sábado, outubro 10, 2009

Cuidados Continuados em Saúde Mental

Decreto-Lei que cria um conjunto de unidades e equipas de cuidados continuados integrados de saúde mental, destinadas às pessoas com doença mental grave de que resulte incapacidade psicossocial e que se encontrem em situação de dependência
Este Decreto-Lei, hoje aprovado (10 de Setembro de 20109) na generalidade para consultas, cria um conjunto de unidades e equipas de cuidados continuados integrados de saúde mental, destinadas às pessoas com doença mental grave de que resulte incapacidade psicossocial e que se encontrem em situação de dependência.
As unidades e equipas de cuidados continuados integrados de saúde mental funcionam em articulação com os Serviços Locais de Saúde Mental e com a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, estando orientadas de acordo com princípios como o do respeito pelos direitos civis, políticos, económicos, sociais e culturais, a proibição de discriminação e o envolvimento e participação dos familiares.
A prestação de cuidados continuados integrados de saúde mental é assegurada por unidades residenciais, unidades sócio-ocupacionais e equipas de apoio domiciliário, podendo as unidades residenciais assumir quatro tipologias diferentes, de acordo com o grau de incapacidade psicossocial dos pacientes e do seu suporte familiar ou social. A saber: residências de treino de autonomia; residências autónomas de saúde mental; residências de apoio moderado e residências de apoio máximo.
Estas unidades e equipas vêm permitir o desenvolvimento de acções mais consentâneas com as necessidades das pessoas com doença mental em situação de dependência, bem como potenciar as respostas dadas pelos recursos locais de proximidade, segundo um modelo de intervenção integrado ou articulado de saúde e de apoio social.
São os seguintes os objectivos das unidades e equipas de cuidados continuados integrados de saúde mental:
a) A reabilitação e autonomia das pessoas com incapacidade psicossocial;
b) A manutenção ou reforço das competências e capacidades das pessoas com incapacidade psicossocial, com vista ao desenvolvimento do seu processo de recuperação;
c) A integração familiar e social das pessoas com incapacidade psicossocial;
d) A promoção de vida na comunidade tão independente quanto possível das pessoas com incapacidade psicossocial que residam nos hospitais psiquiátricos, instituições psiquiátricas do sector social e departamentos ou serviços de psiquiatria de hospitais;
e) A promoção e o reforço das capacidades das famílias e outros cuidadores das pessoas com incapacidade psicossocial, habilitando-as a lidar com as situações daí decorrentes, facilitando e incentivando o acompanhamento familiar e promovendo a sua participação e envolvimento na prestação de cuidados.

quinta-feira, julho 09, 2009

Dia Mundial da Saúde Mental

Dia Mundial da Saúde Mental

Dia Mundial da Saúde Mental em 10 de Outubro sensibiliza a opinião pública sobre questões de saúde mental. O Dia promove a discussão mais aberta de doenças, e os investimentos em serviços de prevenção e tratamento.
Estatísticas da OMS para 2002 mostram que 154 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão, apenas uma forma de doença mental.
Mental, distúrbios neurológicos e comportamentais são comuns em todos os países ao redor do mundo, causando imenso sofrimento e enormes custos econômicos e sociais.
Pessoas com distúrbios estão frequentemente submetidos ao isolamento social, má qualidade de vida e as taxas de mortalidade mais elevada.
Links relacionados

quarta-feira, junho 10, 2009

Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental


Portuguese Revue of Mental Health Nursing
Nº 1 / Junho de 2009 - ISSN 1647-2160



Indice do nº 1

1 EDITORIAL (7/8)
Carlos Sequeira

2 A ESPECIALIDADE DE SAÚDE MENTAL E PSIQUIATRIA – QUE CONTRIBUTOS NOS CUIDADOS PALIATIVOS (9/14)
Ilda Cunha

3 CONTRIBUTOS PARA O ESTUDO DO ASSÉDIO MORAL EM ENFERMAGEM (15/22)
Luís Sá; Henrique Pereira

4 CONHECER A CONVIVÊNCIA DA FAMILIA COM O DOENTE PSICÓTICO: INTERVENÇÕES PSICOEDUCATIVAS NA LINHA COMPORTAMENTAL DE FALLON (23/32)
Ana Felicissimo

5 ESCALA DE SOBRECARGA DO CUIDADOR DE ZARIT: CARACTERÍSTICAS PSICOMÉTRICAS NA POPULAÇÃO PORTUGUESA (33/39)
Carlos Sequeira

6 A EDUCAÇÃO SEXUAL NA ESCOLA COMO PRÁTICA FAVORÁVEL PARA A SAÚDE MENTAL: O CORPO, A SEXUALIDADE E A VIOLÊNCIA NA ADOLESCÊNCIA (40/46)
Julieta Moisés; Sónia Bueno

7 PROCESSO DE ACONSELHAMENTO – UM CASO (47/50)
Luís Godinho

8 ESTATUTOS DA SPESM (51/55)

9 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES DA COMISSÃO INSTALADORA (56)

10 PLANO DE ACTIVIDADES DA SPESM (2009/2011) (57)

11REGULAMENTO DE SUBMISSÃO DE ARTIGOS (58/59)

12 PROGRAMA FORUM DA SPESM 2009 (60/62)


FICHA TÉCNICA

TITULO/ TITLE:
Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental

Revue Portuguese of Mental Health Nursing

EDIÇÃO E PROPRIEDADE/PUBLISHING AND PROPERTY
Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental/ Portuguese Society of Mental Health Nursing

DIRECTOR/MANAGING DIRECTOR:
Carlos Sequeira, PhD, Escola Superior de Enfermagem do Porto

COORDENADOR/COORDINATOR:
Luís Sá, PhD, Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira de Azeméis

COMISSÃO EDITORIAL/EDITORIAL COMMITEE
José Carlos Carvalho, MSc, Escola Superior de Enfermagem do Porto
Amadeu Gonçalves, MSc, Escola Superior de Enfermagem, Instituto Politécnico de Viseu
José António Pinho, MSc, Centro Hospitalar do Porto
Glória Toletti, MSc, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa
Delmina Afonso, MSc, Hospital Magalhães Lemos

SECRETARIADO/SECRETARIAT
Bruno Santos, Casa de Saúde das Irmãs do Sagrado Coração de Jesus (CSBJ)
Lucília Vale, Instituto das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus (CSBJ)
António Carlos Amaral , Hospital de São Teotónio Viseu

COMISSÃO CIENTÍFICA/SCIENTIFIC REVIEWERS
Carlos Sequeira, PhD, Escola Superior de Enfermagem do Porto, Portugal
Luís Sá, PhD, Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira de Azeméis, Portugal
Margarida Sottomayor, PhD, Hospital Magalhães Lemos, Portugal
Francisca Manso, PhD, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa, Portugal
Zeyne Sherer, PhD, Universidade de São Paulo, Brasil
Teresa Lluch, PhD, Universidade de Barcelona, Espanha
Agustín Javier Simónelli, PhD, Universidad Católica San António, Murcia, Espanha

Design: Academia do Design

Print: Invulgar

FOTOS: Luís Silva

SUBSCRIÇÃO/SUBSCRIPTIONS

Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental é publicada duas vezes por ano, Junho e Dezembro.
O preço de cada número é: Intituições - 10,00 Euros; Particulares 8,00 Euros
Portuguese Revue of Mental Health Nursing is published twice a year, June and December.
The price of each number is: for institutions € 10.00; for private subscribers € 8.00

ENDEREÇO:
Prof. Carlos Sequeira
Escola Superior do Porto, Rua Dr. António Bernardino de Almeida, s/n, 4200-072, Porto, Portugal
Urll: http://www.spesm.org/ // E-mail: revista.spesm@gmail.com

Legal registration/Depósito Legal: 294975/09

ISSN: 1647-2160

Tiragem: 1000 Exemplares

AVISO:
Os artigos publicados são propriedade da Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, pelo que não podem ser reproduzidos, em parte ou no todo, sem a devida autorização da SPESM (revista.spesm@gmail.com), exceptuando o uso legal.
A Responsabilidade pela idoneidade e conteúdo dos artigos é única e exclusiva dos seus autores.


Editorial
Caros (as) Colegas,
É com enorme satisfação que a Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental (SPESM) edita o primeiro número da Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental. Esperamos ter desencadeado um parto natural, com uma carga genética que lhe permita ter um percurso seguro e duradouro.

A SPESM é uma associação científica sem fins lucrativos, criada em Junho de 2007, tendo como principais finalidades a divulgação científica, a investigação, a formação e a promoção da Saúde Mental das pessoas. Por isso, somos particularmente sensíveis a este projecto. Estamos conscientes que, neste domínio, ainda temos um longo percurso a percorrer, pois os primeiros passos carecem sempre de algum apoio e sustentação, pelo que só com a ajuda de todos o poderemos colocar a andar, quiçá um dia de forma autónoma, e, com boa Saúde Mental.

Este primeiro número nasce de forma prematura em termos dos procedimentos que queremos implementar, por isso os artigos publicados nesta edição apenas foram analisados pela comissão editorial, sendo esta, responsável pela sua selecção. Nos próximos números, os procedimentos enunciados no site serão escrupulosamente cumpridos. Os artigos, após recepcionados serão enviado à comissão científica que de forma “cega”, sem a identificação dos autores, os analisará e informará a comissão editorial da sua decisão.

Aos autores que nos enviaram os artigos o nosso muito obrigado, por aceitarem o nosso repto. O número de artigos enviado (doze) permite-nos pensar de forma optimista e acreditar que a revista será bem nutrida em termos futuros com os trabalhos de todos, pois é nossa intenção editá-la de forma continuada.

Aos autores que não viram os seus trabalhos publicados pedimos compreensão e informamos que os artigos com apreciação positiva pela comissão editorial serão enviados à comissão científica e publicados em futuros números.

Também é nossa intenção em termos futuros disponibilizar a revista no nosso site em português e em Inglês, de forma a possibilitarmos um maior alcance dos trabalhos, permitindo por esta via, facilitar o acesso aos trabalhos desenvolvidos.

A Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental está receptiva à colaboração de todos os profissionais, que de um modo ou de outro, se dediquem à Saúde Mental, mas como é óbvio será dado prioridade aos trabalhos de Enfermagem. Temos consciência da importância da multidisciplinaridade como uma mais-valia mútua, essencialmente para os alvos de cuidados. Todos poderemos aprender com todos.

Este número esboça um caminho que se pretende consolidar no futuro, publicitando muitos trabalhos que os enfermeiros e outros profissionais realizem no âmbito da Saúde Mental.
Em termos da revista esperamos que independentemente da tipologia dos artigos, a matriz da qualidade, seja o elo comum, de modo a corresponder às expectativas de todos.
Por isso, neste número incluímos artigos que abordam os cuidados paliativos, a psico-educação, algumas modalidades de intervenção específicas, a educação sexual, a sobrecarga, o assédio moral e a validação de instrumentos psicométricos para a população portuguesa, de forma a divulgar este “Know-how” aos colegas com interesse na Saúde Mental.

Por ser o primeiro número da revista, publicamos também os estatutos da SPESM, um breve relatório das nossas actividades desenvolvidas e a desenvolver com o intuito facilitarmos o envolvimento de todos os associados ou interessados, em partilhar projectos, informações, etc.
Neste editorial fazemos ainda um breve diagnóstico à Saúde Mental em Portugal, com a intenção de promover a consciencialização do presente, como estratégia para um maior envolvimento de todos com o futuro, através de uma transição sadia e profícua.

Em Portugal, deparamos com vários problemas que condicionam as práticas em Saúde Mental. O acesso às respostas em saúde mental, ainda é difícil para a maioria das pessoas. Por vezes, é mais fácil aceder a uma cirurgia que a uma consulta de Saúde Mental. É necessário organizar e dinamizar uma maior oferta em termos de consultas de Enfermagem de Saúde Mental, de forma a ajudar as pessoas com problemas de autonomia, adaptação e integração.

As intervenções ao nível da prevenção da doença e da promoção da Saúde Mental são praticamente inexistentes. Existem alguns exemplos pontuais, mas apenas isso. Para quando um real investimento na promoção de Saúde Mental? É necessário colocar mais actores nos Cuidados de Saúde Primários. Quantos Enfermeiros com a especialidade de Saúde Mental estão a exercer nos cuidados de saúde primários e nesta área de intervenção.

Os indicadores relativos aos enfermeiros para os centros de Saúde não se referem à Saúde Mental, o que sugere um desinvestimento nessa área. Por outro lado, o Plano Nacional de Saúde Mental 2007-2016, aponta para uma maior intervenção na comunidade. Em nosso entender as estratégias de intervenção comunitárias só funcionarão de forma articulada, pois de outro modo não passarão de medidas avulso que, pouco impacte terá nas populações.

Em termos da formação também é necessário, em alguns contextos, proceder à aproximação entre os modelos em uso nas práticas e os modelos expostos em termos formativos, em outros casos é necessário rever os modelos formativos e em outras instituições é necessário rever os modelos da prática. Existe um conjunto de aportes científicos novos que é necessário colocar à disposição das pessoas, possibilitando mais ganhos em saúde.

É necessário investir nos sistemas de informação de forma a obtermos indicadores que nos permitam depurar as práticas que não se revelam significativas para as pessoas.
Em termos da organização de cuidados a transferência dos Hospitais “psiquiátricos” para os Departamentos de Psiquiatria dos Hospitais Gerais e para a comunidade deve ser acompanha de medidas que promovam a sua integração em situação de paridade com as outras áreas, para evitar que os estes serviços, sejam “os parentes pobres” da saúde.

É necessário continuar a lutar contra o estigma da doença mental.
Estas são apenas a ponta do iceberg sobre as realidades que nos preocupam em termos de Saúde Mental. Não temos muitas dúvidas que é necessário e possível fazer mais e melhor.
A disseminação do conhecimento constitui uma via, para a melhoria das práticas em Saúde Mental, pelo que a revista também procurará atingir este desiderato, um recurso a utilizar por diferentes profissionais de saúde e, por todas as pessoas que se interessem pela Saúde Mental.

Nesse sentido, solicitamos também a todos os leitores que nos enviem o seu feedback, através sugestões, críticas e opiniões sobre a revista e outros projectos da SPESM, para que no futuro os nossos outputs se traduzam num melhor serviço à comunidade.
Uma boa leitura a todos.

Porto, 4 de Junho de 2009

Prof. Doutor Carlos Sequeira

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

Forum SPESM 2009 : Saúde Mental e a Vulnerabilidade Social

Fórum da SPESM 2009: A Saúde Mental e a Vulnerabilidade Social

Anfiteatro do pólo Artur Ravara da ESE de Lisboa

4 e 5 de Junho de 2009


Programa provisório

Dia 4 de Junho de 2009

08.30 Abertura do secretariado

09.30 Sessão de abertura

09.45 A saúde mental e a vulnerabilidade social

Os grupos de risco (crianças, mulheres e idosos)


Ana Sara Brito – Vereadora da Câmara Municipal de Lisboa

Consulta do Migrante – Uma Consulta de Saúde Mental Transcultural

Irina António/Inês Silva Dias (APPPT)


Estratégias de intervenção específicas em Saúde Mental: a população sem abrigo


Luis Silva – Hospital Magalhães Lemos


11.45 Da supervisão à inter-vision em enfermagem de saúde mental

Salvatore Virgillito - Direcção dos Hospitais Universitários de Genebra (suíça)

Glória Toletti - Escola Superior de Enfermagem de Lisboa

Comentador: João Hipólito (Universidade Autónoma de Lisboa)


14.00 Contextos emergentes e violência

Moderador: Luís Octávio de Sá - Escola superior de Saúde da Cruz Vermelha de Oliveira de Azeméis

Estratégias de prevenção da violência nas escolas

Beatriz Pereira – Universidade do Minho


A violência doméstica: estratégias de intervenção

António Costa – Centro Hospital de Coimbra

Dulce Carvalho – Serviço de violência familiar do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra


A violência no idoso: uma realidade camuflada

Fátima Ribeiro – Escola Superior de Saúde de Vale do Ave

16.30 Comunicações livres/Posters

Ana Melo - ESELISBOA

Gabriel Rodriguez – HC e CR Psicopedagógico da SF – Funchal


Joaquim Pinto - CHTMAD.EPE

Dia 5 de Junho de 2009


09.30 Modalidades de intervenção em Saúde mental: Da teoria à prática: como se faz.

Moderadora: Maria Isabel Marques - Escola Superior de Enfermagem de Coimbra

09.35 Toque terapêutico: demonstração

Carla cardoso – Unidade de Desabituação do Norte
Ricardo Rocha – Hospital Joaquim Urbano


10.00 Técnica de dessensibilização sistemática: demonstração

Márcia Fernandes – Centro Hospital do Porto – Pedopsiquiatria
Sofia Silva – Centro Hospital do Porto – Pedopsiquiatria


10.25 Histórias de vida /reminiscências

José Martinez – Instituto Português de Oncologia do Porto

10.50 Psicodrama: demonstração

João Estrela – Centro Hospitalar Lisboa Ocidental – Hospital S. Francisco (D. Psiquiatria)

11.30 intervalo


12.00 Aconselhamento

Luis Godinho – Hospital Garcia da Horta

12.25 Intervenções psicoeducativas em famílias de pessoas com esquizofrenia

Isabel Landeiro - E. Comunitária de Psiquiatria e Saúde Mental do HSFXavier - CHLO
Sandra Andrade -
E. Comunitária de Psiquiatria e Saúde Mental do HSFXavier - CHLO


14.30 DEBATE: Utilização da CIPE em contextos clínicos: como faço um diagnóstico, prescrevo intervenções e avalio os resultados:

Carlos Sequeira - SPESM/ Escola Superior de Enfermagem do Porto


Parametrização: avaliação Inicial
António Carlos Amaral – Hospital S. Teotónio de Viseu


Articulação CIPE-NIC e NOC
Alexandre Costa – Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa

Processo de implementação: manual de standards de cuidados: estratégias/dificuldades

Paula Palmeira - Casa de Saúde das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado coração de Jesus - Braga

Manual de standards de cuidados um caso prático. Da formação à prática

Carlos Violante - Casa de Saúde de S. João de Deus - Barcelos


Avaliação da implementação do SAPE

Sérgio Ricardo – Hospital Magalhães Lemos

Sistemas de Informação

Henrique Rocha - ALERT Life Sciences Computing

14.30 Comunicações e posters

Nuno Borda de Água - Centro Hospitalar Oeste Norte, na Urgência Geral do Hospital das Caldas da Rainha
Gabriel Rodriguez – HC do Funchal/Centro de reabilitação Psicopedagógico da Sagrada Família – Funchal.
17.00 Sessão de encerramento

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Congresso de Saúde Mental: SPESM

Congresso Nacional da SPESM: A vulnerabilidade Social e a Saúde Mental

Datas: 4 e 5 de Junho de 2009 - Lisboa

Local: Anfiteatro do Polo Artur Ravara: Escola Superior de Enfermagem de Lisboa


Participe com comunicações Livres/posters

Brevemente regulamento no site (http://www.spesm.org/)

Data limite para envio de resumos:
8 de Maio de 2009

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Regulamento de comunicações e posters

Regulamento de participação comunicações/ pósteres ______________________________________________
Caros colegas, Participe com comunicações, para apresentação oral ou em forma de poster,

A sua proposta deverá ser apresentada de acordo com o documento em anexo até 8 de Maio de 2009, enviada por correio electrónico para: congresso.spesm@gmail.com
A decisão de aceitação será comunicada aos autores até 20 de Maio de 2009.

De modo a facilitar o processo de participação apresentam-se um conjunto de orientações que deverá seguir na redacção da sua comunicação.

INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO RESUMO
1– Os trabalhos devem incidir na área da saúde mental/psiquiatria. São aceites trabalhos de investigação, ou de caracterização de boas práticas.

2 – O autor que apresenta o trabalho deve obrigatoriamente estar inscrito no Congresso. Apenas serão certificados os autores/co-autores inscritos no congresso.

3 – O texto deve ser escrito em duas páginas A4 (máximo), letra arial n.º 10.
Escrever o título em maiúsculas, na linha seguinte, nome dos autores, títulos e instituições. Sublinhar o nome do autor que apresenta o trabalho. Exemplo: SOBRECARGA DO CUIDADOR Carlos Sequeira, Prof. Escola Superior de Enfermagem do Porto; José António Pinho, Enfermeiro Chefe, Centro Hospitalar do Porto, UCI.

4 – Para os trabalhos de investigação, o texto deverá conter:
introdução/enquadramento do tema;
os objectivos,
a metodologia,
os resultados,
as conclusões,
as referências bibliográficas.

5 – Para os trabalhos de boas práticas, o texto deverá conter:
Introdução/enquadramento no contexto;
os objectivos,
o procedimento utilizado,
os resultados;
as conclusões/reflexões.

6 – As comunicações livres não poderão, em caso algum, ultrapassar os 10 minutos. Os posters não deverão exceder 100 cm de altura e 80 cm de largura.

7 – Será atribuído um prémio à melhor comunicação livre e ao melhor póster.

8 – A avaliação é da responsabilidade da comissão científica do congresso.
Enviar proposta para: congresso.spesm@gmail.com Ou para:
A/C Prof. Carlos Sequeira/José Carlos Carvalho
Escola Superior de Enfermagem do Porto,
Rua Dr. António Bernardino de Almeida,
4200-072 Porto

congresso Nacional da SPESM: A Vulnerabilidade social e a Saúde Mental:
Lisboa- 4 e 5 de Junho de 2009

Resumo de proposta de comunicação oral ________________________________________________
Pessoa de contacto relativo à presente proposta e mencionado como 1º autor :
Nome : ______________________________________________
Categoria profissional: ____________________________________
Local de trabalho: ______________________________________
Endereço para correio:____________________________________
Código postal : _____________ // ________
Localidade: ___________ País: ___________________
Tel.: ____________________
E-mail: __________________________________________
Comunicação Oral _________Póster__________ Duração : 10 minutos (agradecemos que tenha em consideração este tempo máximo). Outros eventuais autores (Máximo de cinco por comunicação/póster
1 ____________________________________
2 ____________________________________
3 ____________________________________
4 ____________________________________
A entregar até 8 de Maio de 2009:

sábado, fevereiro 14, 2009

Localização: forum de Saúde Mental

Local do forum da SPESM/Congresso Nacional da SPESM (4 e 5 de Junho)

Pólo Artur Ravara
Situa-se no Parque das Nações, na Av. D. João II, Lote 4.69.01, 1990-096 LisboaTelefone geral: (351) - 21 891 22 00 - Fax: (351) - 21 891 22 93 Transportes:Metro: Oriente (linha vermelha)

Ver localização no link:

http://www.esel.pt/ESEL/PT/ESEL/Apresentacao/PolosESEL/INSTALACAOLOCAL.htm