sexta-feira, maio 23, 2008

Regulamento de comunicações-Pósters

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Regulamento de participação
comunicações/ pósteres

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Caros colegas,
O I congresso da Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, tem por objectivo reunir os profissionais, com interesse na saúde mental e psiquiatria, nos domínios da prática clínica, gestão e formação, a fim de reflectirem em conjunto sobre a assistência ao doente mental. Pretende-se com este evento divulgar o estado da arte, disseminar e promover as práticas de excelência no âmbito da saúde mental.

Por isso, convidamos todos os colegas especialistas e não especialistas, a apresentarem os seus trabalhos, as suas experiências, as suas reflexões, contribuindo para um maior enriquecimento cientifico do congresso.

O tema que este congresso propõe coloca uma ênfase muito particular na noção do contributo da saúde mental para o equilíbrio social.

Na actualidade, os contextos em que se inserem as pessoas concorrem para um conjunto de fragilidades sobre as quais é importante reflectir, para não comprometer o equilíbrio social das quais destacamos:
1. Os contextos da assistência caracterizados por uma abordagem essencialmente tecnocientífica da saúde;
2. A desvalorização da pessoa no local de trabalho, na família, no social,...;
3. A aceleração dos ritmos de vida e trabalho;
4. O predominância do controlo;
5. As projecções para o envelhecimento, da depressão, da tentativa de suicídio, (...);

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Participe com comunicações, para apresentação oral ou em forma de poster,
A sua proposta deverá ser apresentada de acordo com o documento em anexo até 30 de Setembro de 2008, enviada por correio electrónico para:
congresso.spesm@gmail.com

A decisão de aceitação será comunicada aos autores até 10 de Outubro de 2008.

De modo a facilitar o processo de participação apresentam-se um conjunto de orientações que deverá seguir na redacção da sua comunicação.

INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO RESUMO

1– Os trabalhos devem incidir na área da saúde mental/psiquiatria. São aceites trabalhos de investigação, ou de caracterização de boas práticas.

2 – O autor que apresenta o trabalho deve obrigatoriamente estar inscrito no Congresso. Apenas serão certificados os autores/co-autores inscritos no congresso.

3 – O texto deve ser escrito em duas páginas A4 (máximo), letra arial n.º 10. Escrever o título em maiúsculas, na linha seguinte, nome dos autores, títulos e instituições. Sublinhar o nome do autor que apresenta o trabalho.
Exemplo:
SOBRECARGA DO CUIDADOR
Carlos Sequeira, Prof. Adjunto, Escola Superior de Enfermagem do Porto;
José António Pinho, Enfermeiro Chefe, Centro Hospitalar do Porto, UCI.

5 – Para os trabalhos de investigação, o texto deverá conter:
introdução/enquadramento do tema; os objectivos, a metodologia, os resultados, as conclusões e as referências bibliográficas.

6 – Para os trabalhos de boas práticas, o texto deverá conter:
Introdução/enquadramento no contexto; os objectivos, o procedimento utilizado, os resultados e as conclusões/reflexões.

7 – As comunicações livres não poderão, em caso algum, ultrapassar os 10 minutos. Os posters não deverão exceder 100 cm de altura e 80 cm de largura.

9 – Será atribuído um prémio à melhor comunicação livre e ao melhor póster.

10 – A avaliação é da responsabilidade da comissão científica do congresso.

Enviar proposta para:
congresso.spesm@gmail.com
Ou para:
A/C Prof. Carlos Sequeira/José Carlos Carvalho
Escola Superior de Enfermagem do Porto,
Rua Dr. António Bernardino de Almeida, 4200-072 Porto

I congresso da SPESM:
A Saúde Mental e o equilíbrio social
Porto- 29, 30 e 31 de Outubro de 2008


Resumo de proposta de comunicação oral
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Pessoa de contacto relativo à presente proposta e mencionado como 1º autor :

Nome : ______________________________________________
Categoria profissional: ____________________________________
Local de trabalho: ______________________________________
Endereço para correio:____________________________________
Código postal : _____________ // ________
Localidade: ___________
País: ___________________
Tel.: ____________________
E-mail: __________________________________________

Comunicação Oral _________Póster__________
Duração : 10 minutos (agradecemos que tenha em consideração este tempo máximo).

Outros eventuais autores (Máximo de cinco por comunicação/póster
1 ____________________________________
2 ____________________________________
3 ____________________________________
4 ____________________________________

A entregar até 30 de Setembro:

quinta-feira, maio 22, 2008

Local do Congresso


Auditório Municipal de Gondomar

Localização >>> Clique aqui

quarta-feira, maio 21, 2008

Organização (Staff)

Presidente do Congresso:
Carlos Sequeira

Comissão Cientifica
Carlos Sequeira (ESE - Porto)
Luís Octávio de Sá (ESVA - Famalicão)
Glória Toletti (ESE- Lisboa)
José Carlos Carvalho (ESE - Porto)
José António Pinho (HCP - Porto)
Luís Silva (HML - Porto)
Delmina Afonso (HML - Porto)

Comissão Organizadora:
Apoios
António Carlos (HST- Viseu)
Maria do Carmo (HST- Viseu)
José Mário (HML- Porto)
Dinamizadores Locais:
Gabriel Rodrigues (CSCP - Madeira)
José Martins (HDESPD - Açores)
Alexandre Costa (HCL - Lisboa)
Luís Matias (HCL - Lisboa)
Raul Cordeiro (ESS - Portalegre)
Amadeu Gonçalves (ESS - Viseu)
Paulo Viegas (CH - Coimbra)
Paula Palmeira CSBJ - Braga)
Luís Machado (CSBJ - Barcelos
Secretariado
Rita Gonçalves (CSBJ - Braga)
Bruno santos (CSBJ - Braga)
Graça Farelo (HPH - Matosinhos)
Alice Monteiro (IPO - Porto)
Olinda Carmo (HSJ - Porto

Organização:

Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde mental

http://www.spesm.org/

http://spesm-saudemental.blogspot.com/,

Contactos:
E-mail: congresso.spesm@gmail.com, dir.spesm@gmail.com,

A/C Prof. Carlos Sequeira/José Carlos Carvalho
Escola Superior de Enfermagem do Porto
Rua Dr. António Bernardino de Almeida, S/n
4200-072 Porto


Enquadramento

Este congresso insere-se no âmbito das actividades regulares da SPESM, no qual se pretende debater o “estado da arte” da saúde mental em Portugal.

De modo a permitir a divulgação de um maior número de experiências/conhecimentos, a organização vai possibilitar um espaço de debate através das comunicações livres e posters que complementem o programa científico.

Objectivos

Reflectir sobre estratégias promotoras de saúde mental, como pilar fundamental para a Qualidade de Vida das pessoas.

Divulgar práticas de cuidados numa perspectiva multidisciplinar, de modo a envolver as pessoas, as famílias, os cuidadores informais e a comunidade, na prevenção da doença, no tratamento, na reabilitação, na reinserção e na promoção da saúde mental.

Partilhar experiências/projectos de intervenção dirigidos a pessoas/grupos específicos e contextos que estimulem/promovam as capacidades individuais de modo a melhorar a funcionalidade, a autonomia e a saúde mental.

terça-feira, maio 20, 2008

APOIOS


Câmara Municipal de Gondomar
http://www.cm-gondomar.pt/

Banco Santander
www.santandertotta.pt

Laboratórios Lilly
www.lilly.com

Laboratórios Pfizer
http://www.pfizer.pt/

Quarteto Editora
http://www.quarteto.pt/


domingo, maio 18, 2008

Artigos - Livro do Congresso

Modelo dos Artigos do Livro do I Congresso Internacional da SPESM

Caro Palestrante,
Neste documento, apresentamos as regras de redacção dos artigos a submeter à Comissão Científica, para publicação no livro do I Congresso Internacional da SPESM.
Pretendemos uniformizar os artigos de modo a que a edição e a produção do livro esteja pronta à data do Congresso.
Dead-line para envio dos artigos: 20 de Setembro de 2008. No máximo poderemos aceitar artigos até ao dia 30 de Setembro.
Envie o artigo para congresso.spesm@gmail.com;
A não utilização deste modelo pode levar à rejeição do artigo.
Os artigos publicados são propriedade da SPESM, cuja responsabilidade pelo seu conteúdo será sempre dos autores.

FORMATO DO ARTIGO
Título:
Primeiro autor (nome, categoria profissional, local de trabalho e e-mail)
Segundo autor (nome, categoria profissional, local de trabalho e e-mail)
Terceiro autor (nome, categoria profissional, local de trabalho e e-mail)
Resumo: Deve conter entre 100 a 200 palavras.
Palavras-chave: Até ao máximo de quatro palavras-chave, separadas por ponto e vírgula.

1. INTRODUÇÃO
2. METODOLOGIA
2.1. Participantes (população e amostra)
2.2. Instrumentos
2.3. Procedimentos
3. ANÁLISE DOS RESULTADOS
4. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS
5. CONCLUSÕES
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


NORMAS PARA A REDACÇÃO DOS ARTIGOS
Letra: Arial 11
Espaçamento: 1,5 espaços entre parágrafos
Tipo de artigos: Centrados na pesquisa empírica, nas práticas profissionais, bem como artigos de revisão bibliográfica, de opinião e reflexões críticas.
Citações: Todos os nomes de autores citados devem ser seguidos da data de publicação e ordenados alfabeticamente no último tópico do artigo (referências bibliográficas). Citações literais devem conter o número da página do trabalho do qual foi retirada, apresentada entre aspas, com recuo à margem esquerda, quando citações longas. Atenção: não utilizar os termos apud, op. cit., id. ibidem, e outros; pois estes não são aceitos pela APA.
http://www.apastyle.org/


Exemplos de referências bibliográficas:

Marantes, I. & Pinto, F. (2005). Dor crónica e medicina física e de reabilitação. Dor, 13 (3), 19-24.

Marconi, M. & Lakatos, E. (1996). Técnicas de pesquisa (3ª ed.). São Paulo: Editora Atlas.

McIntyre, T. & Araújo-Soares, V. (1999). Inventário da depressão de Beck: estudo de validade numa amostra de doentes com dor crónica. In Avaliação Psicológica: Formas e Contextos, (Vol. VI, pp. 246-255). Braga: Associação dos Psicólogos Portugueses.

Estilo do artigo: A linguagem utilizada no texto deve ser clara e apropriada ao modelo científico e a ortografia, a gramática e a pontuação deverão ser correctamente empregues. Poupe nas vírgulas e gaste nos pontos finais. A fundamentação teórica das ideias desenvolvidas, a adequação da metodologia utilizada para a exploração do conteúdo proposto e a revisão bibliográfica utilizada no texto deverão ser condizentes com o tema. A actualidade das obras e artigos citados também será considerada, bem como as articulações entre os diferentes autores. Os dados deverão ser interpretados adequadamente e as conclusões apresentadas no texto têm que responder aos objectivos do artigo. Deve haver articulação entre os aspectos teóricos e metodológicos abordados.
Nº de páginas: O artigo completo deve ter no máximo até 8 páginas. Não incluir anexos.

Gráficos, tabelas e figuras: Devem ser convertidos em figuras (jpeg ou gif) e introduzidas ao longo do texto. Para tabelas e quadros o tamanho da letra pode ser reduzido a tamanho 9 e sem espaçamentos.

sexta-feira, abril 18, 2008

Plano Nacional de Saúde Mental

Plano Nacional de Saúde Mental 2007 – 2016
Tomada de Posição da SPESM


A SPESM – Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental, congratula-se com a publicação do Plano Nacional de Saúde Mental, com um alcance até 2016.

Trata-se de um plano que de forma explícita recomenda uma maior focalização da assistência em saúde mental em profissionais “não médicos”, na qual salienta a necessidade de participação de um maior número de enfermeiros, facto que consideramos muito positivo.
Neste plano existe a intenção, pelo menos no papel, de investir na promoção da saúde mental e deslocalizar os cuidados do Hospital para a Comunidade, o que no entendimento da SPESM, também é muito positivo.
Contudo, alertamos todos os actores, em especial, os decisores que não chega colocar as orientações no papel, para que elas se concretizem.
Neste sentido, queremos deixar claro o nosso pensamento sobre o plano, sobre as premissas que estiveram na sua génese e sobre as estratégias a adoptar para a sua implementação.

  • Este plano, nasce de um Relatório da Comissão Nacional para a Reestruturação dos Serviços de Saúde Mental em Portugal, que é omisso, no que se reporta ao trabalho dos enfermeiros. Não discrimina o trabalho dos enfermeiros, nem o trabalho dos enfermeiros especialistas em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria, o que nos parece estranho, atendendo a que se trata de um relatório para a reestruturação dos serviços de Saúde Mental.
    Em Portugal existem cerca de 1000 enfermeiros especialistas em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria, com intervenções diferenciadas dos enfermeiros não especialistas, em função das competências específicas que possuem nesta área e, obviamente, com responsabilidades acrescidas, pelo que lamentamos, o relatório não mencionar estes factos.
    É importante alertar os decisores que é necessário fazer um gestão adequada deste recurso (enfermeiros especialistas em Enfermagem de Saúde mental). Estes devem ser colocados ao serviço das pessoas, na promoção da Saúde Mental, na prevenção, tratamento, reabilitação e reinserção da pessoa com doença mental. Não faz sentido investir nestes profissionais e depois colocá-los a exercer funções, que em alguns casos, não estão relacionadas com a Saúde Mental das pessoas.
    Este desiderato só poderá ser atingido se conhecermos a realidade concreta relativamente a estes actores, ou seja, onde estão e o que fazem.

  • É necessário dotar as equipas de Saúde Mental na comunidade com enfermeiros especialistas nesta área, uma vez que são os únicos, com competências especificas nesta área.
  • É necessário efectuar a devida articulação entre o Plano de Saúde Mental e os agrupamentos dos Centros de Saúde, mais concretamente no que se reporta às equipas de cuidados na Comunidade.

  • Salientamos que os problemas das pessoas em termos de Saúde Mental não se circunscrevem à doença. Este tem sido o erro dos planos de saúde ao longo de décadas. É claro que as doenças (esquizofrenia, depressão, demência, suicídio, etc.) são problemas graves e que necessitam de respostas adequadas. Mas, as pessoas com problemática mental também necessitam de cuidados de Enfermagem e de cuidados de Enfermagem especializados, quer na comunidade, quer no internamento. Era muito importante o relatório descrever quais os diagnósticos de Enfermagem nos diferentes contextos em que os enfermeiros intervêm de forma autónoma ou interdependente.
    Não se percebe essa omissão, no relatório da comissão de reestruturação dos serviços de Saúde Mental, quando há hospitais psiquiátricos (Hospital Magalhães Lemos) que até já dispõe desses dados em suporte electrónico, pelo que é muito fácil saber quais são os diagnósticos de enfermagem, ou seja, quais as necessidades das pessoas em cuidados de Enfermagem, no internamento, que intervenções os enfermeiros implementam e com que resultados.
  • Esta tomada de posição alerta para que um diagnóstico correcto, pressupõe uma “radiografia” ao todo e não apenas a uma parte. Daí a necessidade de uma maior atenção aos enfermeiros que concorrem de forma decisiva para a melhoria da saúde mental das pessoas. Os fármacos não serão suficientes se o enfermeiro não estabelecer uma relação terapêutica com a pessoa, não intervir adequadamente; na agitação, nas alterações do pensamento, na motivação para a adesão à terapêutica, na monitorização da terapêutica, não contribuir para a adopção de estilos de vida saudáveis, etc.
    Se estas respostas não forem satisfatórias será necessário um maior investimento na medicalização, com custos mais elevados em termos económicos e sociais.

    Por exemplo:
    Ao nível dos cuidadores informais os enfermeiros, podem e devem, desempenhar um papel mais pro-activo ao nível da informação, formação, preparação para o desempenho do papel e no alívio da sobrecarga.
    Os Enfermeiros têm investido nesta área e até produzido investigação em Universidades Portuguesas de reconhecido mérito (omitida no relatório) que deve ser aproveitada e implementada. É necessário cuidar dos cuidadores, para que estes possam cuidar em segurança e no domicílio dos seus familiares.

    Em síntese, devem-se efectuar esforços para articular os diferentes saberes, incluindo os enfermeiros da prática clínica, da prática docente e da gestão, em parceria com outros profissionais, de forma não corporativa, a trabalhar em “prol” da Saúde Mental das pessoas.
    Só assim, será possível que a reforma da Saúde Mental se concretize na prática.

    A SPESM estará sempre empenhada e disponível, para em conjunto, contribuir para melhorar as respostas promotoras de Saúde Mental.

quarta-feira, abril 02, 2008

IV Congresso em Saúde e Qualidade de Vida

LOCAL: Escola Superior de Enfermagem do Porto

Unidade de Investigação da ESEP
Nucleo de Investigação em Saúde e Qualidade de Vida

15 e 16 de Fevereiro de 2009 – Congresso

13 e 14 de Fevereiro de 2009 – Cursos pré- congresso



INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO DO RESUMO

1. Os trabalhos científicos devem corresponder a estudos inseridos na área da saúde e qualidade de vida, privilegiando-se investigações empíricas.

2. As apresentações devem ser inéditas, não podendo o trabalho ter sido publicado ou apresentado em eventos científicos anteriores.

3. São contempladas duas formas de apresentação: comunicação oral e póster.

4. As comunicações orais terão a duração máxima de 15 minutos.

5. Os pósteres não poderão exceder 100 cm de altura e 80 cm de largura.

6. O resumo da proposta não deve exceder 250 palavras para além do título.

7. O resumo da investigação empírica deve integrar os objectivos, o método (modo de selecção e número de participantes, instrumentos usados e procedimentos seguidos), os resultados e as conclusões.

8. Apesar da preferência por investigações empíricas, a Comissão Científica poderá, ainda, seleccionar comunicações teóricas de revisão bibliográfica. Neste caso, a proposta deve incluir objectivos; contexto (resumo conciso que contextualize a comunicação a apresentar); e conclusão.

9. O texto do resumo deve ser dactilografado em letra Arial 11.

10. O resumo deve ser enviado por correio electrónico. No caso de pretender enviar por correio normal, deve anexar disquete com ficheiro TXT, RTF ou DOC e 3 cópias.

11. A data limite para o envio dos resumos é até 31 de Outubro de 2008.

12. A aceitação ou recusa do resumo será comunicada até 14 de Novembro de 2008.

13. O autor responsável pela apresentação do trabalho deve estar inscrito no Congresso.

14. A selecção dos resumos será da responsabilidade da Comissão Científica do Congresso.

15. Todos os pedidos de devolução do material entregue devem ser requeridos por escrito à Comissão Científica.

A Comissão Organizadora prevê a publicação das Actas do Congresso. Todos os trabalhos aceites podem constar nesta publicação. Para tal, deve enviar o artigo a publicar até à data limite de 28 de Novembro de 2008. A apresentação deve ser efectuada em letra Arial 11, dois espaços e não exceder 6 páginas A4. Recomendamos as normas portuguesas (NP405-1) para as referências bibliográfica. A apresentação deve incluir o título do trabalho em maiúsculas e na linha seguinte os autores. O corpo do trabalho deve ser subdividido de acordo com os pontos 7 e 8. Não inclui o resumo que será publicado no livro de resumos.

Cursos Pré-Congresso
Terapias em saúde: Massagem terapêutica
Programação neurolinguística
Empreendedorismo
Grounded Theory

Número mínimo de participantes por curso – 10
Horário de funcionamento: 09 – 13 e 14 – 17 horas (total de 7 horas/curso)
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Temas do Congresso
Comportamentos de adesão na saúde;
Actividade física e desporto em saúde;
Comportamentos e saúde em jovens;
A doença e suas implicações na QV;
Qualidade de Vida, bem-estar e satisfação;
Gravidez e maternidade;
Qualidade de vida e o contexto laboral;
Obesidade e comportamentos alimentares;
Cuidados continuados e QV
Ritmos biológicos e QV;
Padrões de Qualidade dos contextos de aprendizagem;
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Conferências
Sofrimento e a morte
Envelhecimento bem sucedido
Variáveis positivas da Saúde e QV
Adaptação aos processos de transição na família
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Enviar resumo(s) para:

Escola Superior de Enfermagem do Porto
Unidade de Investigação da ESEP
Nucleo de Investigação em Saúde e Qualidade de Vida
Rua Dr. António Bernardino de Almeida
4200 – 072 Porto
Tel: (+351) 225 073 500 / Fax: (+351) 225 096 337
E-mail: uisqv@esenf.pt mailto:celiasantos@esenf.pt